Pense rápido. Tirando o Nintendo DS e o PSP, você conhece algum outro videogame que não utilize a TV como “monitor”?
Nos anos 80 eles eram famosos, e nesse episódio Jason Cirillo nos apresenta alguns dessas maravilhas tecnológicas.
Via Jason Cirillo
Design no dia a dia todo dia…
Pense rápido. Tirando o Nintendo DS e o PSP, você conhece algum outro videogame que não utilize a TV como “monitor”?
Nos anos 80 eles eram famosos, e nesse episódio Jason Cirillo nos apresenta alguns dessas maravilhas tecnológicas.
Via Jason Cirillo
Era uma vez um grupo de designers modernistas (Hfg-Ulm) que pensavam que tudo tinha que ter relação racional com tudo.

HFG ULM
Talvez a maior expressão de tal pensamento é a construção do conceito de Grid, ou estruturas para formar layouts das páginas e proporções dos elementos visuais.
Apesar de existir a muito tempo, e ser aplicado a maioria dos objetos de design gráfico do presente, o Grid tornou-se é uma ferramenta pouco difundida entre as faculdades de design, ficando assim, marginalizado na mão de alguns tipógrafos mais eruditos.
Se você tem um chefe ou cliente que vivem “ajeitando” seus layouts, recomendamos passar a utilizar o Grid como ferramenta de projeto. 
Para isso, apresentamos aqui o THE GRID SYSTEM.ORG Um portal dedicado a todo tipo de aplicação do Grid. O portal explora artigos, livros e blogs com e sobre Grid.
É interessante notar as aplicações para webdesign, onde a aplicação do Grid faz uma diferença enorme.

Grid aplciado a Web...
Isso me lembra a discussão que Web Design é Design Visual, pois hipertextos exitem também em livros… mas isso é assunto para outro post.
via EvandroGuedes
Durante minha peregrinação matinal por um post, achei mais um vídeo pra série: “Assista enquanto faz uma ginástica laboral“.
Conheça o Bit Museum, uma iniciativa maluca do “figurasso” Jason Cirillo de colecionar consoles antigos.
No episódio de hoje, conheceremos os consoles desenvolvidos pela Nintendo na década de 70.
Interessante notar a evolução das interfaces físicas.
Via Jason Cirillo
Não meu amigo, não se trata apenas de mais um site para escolha desenfreada
de fontes, como alguns micreiros designers devem estar pensando, mas sim de uma excelente ferramenta de criação e compartilhamento de tipografia digital.
Apresar de conhecer a bastante tempo, o FontStruct é um daqueles sites que vale sempre a pena relembrar e dar uma visitada, pois além da boa interface e usabilidade, é uma ótima ferramenta para aplicar os seus conhecimentos tipográficos.
O serviço é “de gratis” e requer apenas um cadastro. É possível encontrar muitas famílias bem feitas. Mas cuidado, o lance é viciante.
Divirtam-se.
Estava eu a divagar pela rede, quando me deparei com o trabalho excelente daagencia neo-zelandeza RESN.
Fiquei impressionado com a qualidade estética do conjunto e principalmente a experiência de navegação do site dos caras.
Vale a pena esperar carregar, e conhecer o universo louco do site dos caras. Outro dia posto sobre o trabalho deles.
Vou iniciar minha participação neste blog com um viés, digamos, ambiental.

Ornitorrinco
É que esses dias topei com uma notícia sobre o simpático ornitorrinco, aquele animal híbrido que acaba de ser reconhecido pela ciência como ave, réptil e mamífero. Aí, não pude resistir a uma anologia com a condição do profissional de internet mais numeroso na fauna do ecossistema digital: o webdesigner.
Explico: são tantas as competências e habilidades exigidas do pessoal com essa alcunha, que o simpático animalzinho adaptado à vida na água deveria ser adotado como mascote pela comunidade do webdesign, ao menos aqui no Brasil, esse país tão aquático (sic).
Para a maioria dos designers web atuando hoje em nosso mercado, está cada vez mais difícil seguir a recomendação de Luli Radfahrer em seu livro design/web/design: esquecer a programação.

Luli Radfahrer ensinando...
Eu acho que o Luli estava certo, mas no cotidiano da maioria dos mortais, que não trabalham em agências top, as equipes são desfalcadas e não tem chefias que conheçam as reentrâncias do trabalho de um webdesigner. Nesse contexto toda a bagagem de conhecimentos necessários ao bom planejamento visual, entender o negócio do cliente e vários outros etcéteras não são mais suficientes…
O conhecimento de linguagens de script e programação torna-se cada vez um requisito básico para que o designer web possa defender seu pão em um cenário onde está cada vez mais fácil aos não-designers montarem seus próprios sites.
Além disto, como muitas vezes a parte de conteúdo do site não recebe a devida atenção nos projetos, acaba sobrando para quem vai “fazer” o site estruturar o conteúdo e a navegação, o que pode ser uma árdua tarefa em empresas onde a cultura digital ainda não “pegou”.
O exemplo típico é receber uma coleção de documentos do Word com formatação bizarra e sem nenhuma identidade ou coerência entre si, naquela linha release baba ovo, sem nenhum traço de adaptação para o meio digital. E quando chega a hora de apresentar o projeto com o conteúdo capenga, os olhares se voltam para quem “fez” o site, como sendo o único (ir)responsável.
Neste cenário, o webdesigner metaforicamente se assemelha cada vez mais ao ornitorrinco, fazendo um monte de coisas e precisando se adaptar a um cenário saturado de novas informações:
Tudo isto, é claro, sem deixar de ser um designer. É aí que a porca torce o rabo.
Com os WordPress, Joomlas e demais híbridos de gerenciador de blog/CMS ficando cada vez mais fáceis de usar, quem não abrir o olho vai perder espaço para aquele pessoal que recém entrou na faculdade de sistemas, mas sabe adaptar facilzinho um template em CSS para um desses CMS free e entregar um site inteiro funcionando em uma semana.
Há também zilhões de temas na web (que talvez até mesmo você já esteja usando em seu site ou blog), uma tentação a deixar de lado todos os escrúpulos e cair de cabeça na templeitorama digital.

Templeitorama digital
Ah, mas o site feito por um designer com conhecimento de causa é melhor, certo? Com certeza, mas a sua habilidade em convencer as pessoas disto e a sua capacidade de criar algo único e relevante é que vão determinar a pertinência deste argumento e a sua sobrevivência no ecossistema antropofágico do mercado.
Em tempo, senhores clientes: o ornitorrinco, além de botar ovos, produzir leite para os filhotes e ser anfíbio, também possui veneno comparável ao das serpentes.
Vão encarar?